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iPhone 5S: saiba como suas impressões digitais são "lidas" pelo aparelho


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1 resposta neste tópico

#1

seiken

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Postado 28 Fev 2014 - 00:23

Sistema de segurança não permite o envio de traços biométricos aos servidores da Apple. Nem mesmo aplicativos e iOS conseguem acessar o registro das pontas de seus dedos

 

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Dado algum é enviado aos servidores da Apple. (Fonte da imagem: Reprodução/softwareindustryinsights)

 

O leitor de digitais do iPhone 5S precisa de um dedo vivo para funcionar. E a probabilidade de existência de uma digital semelhante à do dono do aparelho é de 1 em 50 mil – vale dizer que a chance de adivinhação de uma sequência numérica de quatro dígitos como senha é de 1 em 10 mil. Em suma, a Apple parece ter optado de fato por aprimorar os esquemas de segurança em um de seus mais encorpados smartphones (veja mais aqui).

 

Mas o que acontece com as imagens das impressões digitais depois de lidas? O sensor Touch ID do iPhone 5S possui definição de 500 ppi, o que permite a leitura de impressões digitais em 360º. E fique tranquilo: apesar de ser possível cadastrar mais de uma assinatura para o desbloqueio do aparelho, todos os dados biométricos ficam armazenados de forma criptografada em um determinado espaço de segurança do chip A7. De acordo com a Apple, nem mesmo o iCloud é capaz de acessar essas informações. Além disso, dado algum é enviado de forma remota a servidores.

 

Segurança

 

Existe ainda um tipo de sistema responsável por mediar a relação entre identificação biométrica e dado hospedado pela sessão de segurança do A7, conforme explica a própria criadora do aparelho. “Os dados de impressão digital são encriptografados e protegidos por uma chave disponível apenas ao Secure Enclave, que usa essas informações somente para verificar se sua digital corresponde à impressão cadastrada. O Secure Enclave é isolado do restante do A7 e de todo o resto do iOS. Além disso, sua impressão digital nunca é acessada por aplicativos ou pelo iOS”.

 

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Chances de violação ao sistema são mínimas. (Fonte da imagem: Reprodução/TechnoBuffalo)

 

As chances de violação ao iPhone 5S por meio da inserção de impressão digital alheia é mínima, afirmam também especialistas em segurança ouvidos pela Apple. Travar o mobile em uma eventual situação de roubo, por exemplo, é outra das medidas de segurança desenvolvidas pela empresa.

 

“Se o seu iPhone for roubado, é possível desativar o uso do Touch ID para destravar o aparelho com o modo Lost Mode do Find My Phone”, pode-se ler na página de suporte da Maçã.

 

Informações detalhadas quanto à forma de funcionamento do leitor de digitais do iPhone 5S podem ser conferidas aqui (em um PDF atualizado, em inglês).

 

 

Fonte: Support.Apple, Apple


   

Créditos: Ramon Voltolini do TecMundo


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#2

seiken

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Postado 28 Fev 2014 - 00:27

Descobri outro detalhe.

 

Em bancada é normal usar componentes "emprestados" entre dois aparelhos de clientes para isolar defeitos. Isso inclui testar a mainboard de um cliente na "carcaça" ( housing ) de outro cliente .

 

Porém o leitor biométrico não é intercambiável, o leitor de um aparelho não funciona se conectado em outro aparelho .

 

Ainda não pesquisei a fundo nem descobri forma para fazer essa inversão, mas ao que parece o periférico só funciona com a respectiva mainboard.


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